Artigos para ler, provocar e aplicar.
Textos por Nox, Fabio e futuros convidados sobre analytics, IA e negócios.
A métrica que falta na IA corporativa: do uso ao valor de negócio
Empresas já medem adoção de IA. O próximo salto é conectar uso, workflow, decisão e resultado de negócio com métricas que provem valor real.
A próxima vantagem competitiva não é ter IA: é redesenhar o trabalho em volta de agentes
IA saiu da caixa de texto e entrou no fluxo real de trabalho. A vantagem competitiva agora está em redesenhar processos, dados, controles e papéis humanos em volta de agentes.
Agentes não são chatbots melhores: são workflows que viram capacidade operacional
A vantagem competitiva em IA não está em ter acesso ao melhor modelo, mas em transformar processos repetíveis em workflows agentivos com contexto, ferramentas, evidências e revisão humana.
GPT-6 não será só um modelo melhor. Será um teste da maturidade operacional da sua empresa.
Antes de tentar prever o GPT-6, empresas deveriam preparar dados, workflows, guardrails e métricas para colocar modelos mais capazes dentro de processos reais.
O problema não é adotar agentes de IA. É saber onde eles devem ter autonomia.
Empresas estão correndo para ter agentes, mas a vantagem real está em desenhar fronteiras claras entre automação, copiloto e decisão humana.
O dashboard morreu. Viva o sistema de decisão.
Dashboards não morreram porque gráficos deixaram de importar. Eles morreram como centro da inteligência corporativa. O futuro é conectar dados, contexto, ação e aprendizado.
Por que Vibe Analytics?
Um manifesto curto sobre dados, IA e decisões melhores.